14 dezembro 2009

Leitura nostálgica de O Estandarte nos estimula e anima !

Por Oséias
Recebi neste domingo o número 12 do 112º ano de nosso Jornal Evangélico O Estandarte
Quero, neste artigo felicitar todo o trabalho que vem sendo elaborado e desenvolvido nestes últimos anos no Estandarte, nosso periódico oficial e mensal vem sendo aprimorado e melhorado dia a dia. Mudou muito,  não só o layout mas também as matérias veiculadas. O papel então,  dá gosto de folhear!


Nele encontrei fotografias como a do Congresso de Diaconia. No artigo a respeito do Congresso publicado  vi minha prima Genésia, da IPI de Piraporinha, Dona Guiomar, querida irmã, diaconisa emérita  da IPI de Vila Aparecida, suas sobrinhas, Noemi Alves e Ruth Alves e também a Diconisa Orlanda Borges  que é representante de O Estandarte em nossa IPIVA, todas integrantes e participantes das 350 do 11° Congresso de Diaconia que se deu em Poços de Caldas/MG.


O evento mereceu e  recebeu destaque na edição e a foto acima mencionda, de  primeira página seguida de reportagem, é encontrada nas folhas de 10 a 12 e é finalizada com  destaque para a proposta do Ministério Cartas Abertas que é uma ótima iniciativa, espero que muitas Igrejas possam participar.


Pude ler a reportagem da página 32, que destacou a vida exemplar do irmão Presbítero Anacleto Ribeiro também  mencionado em Notas de Falecimento na página 61. Conheci por meio da matéria o Presbitéro que  foi homem usado por Deus,  membro de nossas Igrejas, na IPI de Vila Brasilandia ( tão próxima da IPIVA, em Freguesia do Ó)  e da IPI de Avaré. Em ambas matérias  pude observar que Deus atua na vida das pessoas capacitando-as para o serviço evangelístico no qual o Presbítero destacou-se por seu amor a causa do Evangelho e à  salvação das almas perdidas.


Também nas notas de falecimento, pude rever o querido Pastor, Cláudio que foi pastor da IPI de Vila Palmeiras, lembrei-me dele, de sua atuação junto ao Presbitério e compartilhei  da saudade mencionada pelo Reverendo Assir Pereira.


Ainda não acabou...


Folheando um pouco mais, encontrei o artigo no qual o Reverendo Emerson Ricardo, hoje Pastor no Presbitério Santana ( lembrem-se, foi membro de nossa IPIVA)  relatou  o 4º Encontro das Escolas Dominicais daquele Presbitério.

Depois que li desejei  participar novamente de encontros semelhantes em nosso Presbitério Freguesia pois o último que se deu foi ótimo mas não teve continuidade, ocorreu há, salvo engano, 8 anos. Fica aí minha sugestão ao Presbitério Freguesia.


Valeu ler os artigos, me senti estimulado e olha só, ainda não acabei de realizar a leitura.  
Aguardo ansioso o dia em que poderemos acessar tais matérias  de O Estandarte pela Internet.

Finalizo Parabenizando o Ministério da Comunicação, o Rev. Eleni Rodrigues Mender Rangel , a Direção de O Estandarte e o Rev.Gerson Correia de Lacerda.Está de parabéns.

08 dezembro 2009

Por um cristianismo brasileiro ainda por ser feito


"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” – João 10: 10

Por onde anda a vida que Deus nos deu? Quais são os seus contornos, suas extensões, suas possibilidades? Quais são seus limites, suas propriedades, seus exageros, suas definições, suas impropriedades? Por onde a vida passa, ou melhor, por onde nós a deixamos passar?

Faço essas perguntas porque acredito que a dimensão que damos à vida é diretamente proporcional à visão que temos de Deus, à tecitura de nossas posições teológicas e à nervura da nossa fé.


As formas que damos à vida são as formas que nós a entendemos, controlamos e que na mesma proporção contornam nossa fé. Assim, Deus estará circunscrito por entre a extensão que damos à nossa vida e a vida que nos rodeia. Em outras palavras, Deus agirá ou não na vida humana na medida em que permitirmos, em que situarmos fronteiras e deixarmos a vida acontecer. É a vida que se molda dentro e ao redor de nós que municia a fé e àquilo que pertence a fé.

Vida, Fé e Cristianismo
Texto integral pode ser lido no site


Rev. Cláudio Carvalhaes
A fé em Jesus Cristo é um jeito de lidar com essa relação difícil entre a vida que temos e a fé que sempre buscamos ter. Teologias, jeitos vastos e formas imperfeitas de entender a fé que sejam capazes de nos servir de rumo, prumo e luz no meio de tanta confusão. Pensando nesses nossos jeitos de criar esses rumos, o que chamamos de teologias, confesso que fico assustado com o rumo do Cristianismo no Brasil e no mundo. Cristãos se esquecem que os processos de definir a fé cristã são, foram, e sempre serão, processos humanos que buscam achar graça num gracejo do Espírito Santo em viver a fé com singeleza e honradez.


Tudo isso cria uma redução sistemática e assustadora da fé cristã, um empobrecimento teológico talvez jamais visto, e uma crescente insanidade que cria doutrinas, eventos, novidades e experiências que em nada ou muito pouco traduzem o Evangelho de Jesus Cristo. Novamente, o Cristianismo virou um punhado de afirmações alucinógenas que tornaram Deus num mero serviçal da fé pessoal.


O Protestantismo brasileiro porém, continua sua caminhada célere em sua vocação sectária na cultura brasileira desde os tempos imperiais. Nascido sob a sombra do Catolicismo que o relegou à margem da cultura, o protestantismo brasileiro, agora em suas novas versões neo-pentecostais, tem se destacado ainda mais em seu obscurantismo sectarista. Tudo agora precisa ser evangélico para ser “de Deus”.

Nessa onda de “fidelidade a Deus”, empresários espertos vão ganhando a vida em nome de Deus. Carros tem que ser propriedade de Jesus, água mineral tem que ser abençoada, as emissoras de rádios têm que ser evangélicas, as músicas só podem ser evangélicas, as roupas tem que ser fabricadas por servos de Deus, as lojas de chocolate tem que dizer “o Senhor é o dono do meu negócio”, e agora até arroz tem que ser evangélico, sem falar do champagne - sem álcool. Tudo precisa da bênção e da santificação dos evangélicos para ser consumido. Do contrário é tudo do Diabo.

Isso não é só aqui, perto da minha casa em Nova Iorque tem um dentista que tem na sua placa de entrada: “Dentista Glória a Deus”, talvez seja melhor dizer glória a Deus do que xingar o dentista.

Nesse alvoroço econômico-cultural evangélico, as igrejas tentam de tudo para aliviar a dor das pessoas enquanto enchem seus cofres com o dinheiro do nosso povo sofrido.

Quanto vale uma benção? Quanto vale uma oração? Será que nossos pastores, bispos e apóstolos continuariam a pregar o Evangelho se eles tivessem que morar em casas e apartamentos mais simples ou tivessem que pegar ônibus, bater cartão, usar roupas simples, ou abandonar os carros e o salário astronômico que eles têm?

Por que será que o evangelho da prosperidade que funciona tão bem para eles não acontece com a maioria de seus membros que lutam diariamente para fazer o salário dar conta no final do mês? O que seria dos ex-quase astros esquecidos da Globo e do SBT que se converteram e hojem ganham a vida dando testemunho, se as igrejas não dessem a eles a “oferta” para falar de sua salvação?

Quando penso no Evangelho de Jesus Cristo não penso nesse Cristianismo que ficou aprisionado às necessidades pessoais, numa relação puramente econômica com Deus, uma espécie de pegue-pague das igrejas-supermercado da fé. Raul Seixas e Marcelo Nova já falavam dessas igrejas na música “Pastor João e a Igreja Invisível”.

É preciso dizer que fazer Deus um objetivo para se conseguir alguma coisa na vida não é invenção nova nem estranha ao Cristianismo. Faz parte da relação vida e fé desde tempos inaugurais da fé cristã. O problema contudo é que essa relação com Deus vem desprovida de desafios contundentes que pedem mudanças radicais na forma e no jeito de se viver a vida e a fé. Hoje a fé tornou-se algo extremamente confortável. A única coisa que se coloca como desafio para a fé é a necessidade de dar dinheiro, de confiar em Deus e ser “liberal” com os ganhos financeiros. Não compactuar com os ímpios ou pagãos também é um desafio. Fora disso nada desafia, nada espanta, nada nos faz converter o coração e os nossos caminhos. Não há referencias ao pobre, à luta contra a injustiça, contra os abusos, contra os preconceitos que estão impregnados em nossa sociedade. 


Tentando compreender a vida abundante que Cristo nos prometeu, remando contra a maré e assumindo riscos de pregar o que não se fala mais nos discursos religiosos atuais, quero mencionar brevemente, com um claro enfoque para uma justa divisão de tempo para cada tema, algumas coisas que possam ampliar a vida, a fé e suas possibilidades para um jeito/rumo/teologia que avance em direção à vida abundante que Jesus nos prometeu.

  •  No preconceito e dificuldade que temos com as diversas expressões da sexualidade humana e na exclusão daqueles que vivem a vida em outros contornos;
  • Nas antigas e novas formas colonizadoras, tanto Européia-Portuguesa quanto da Norte-Americana, que nos ditou e dita as formas de se viver, entre tantas coisas, a nossa fé, uma fé ainda estrangeira vivida em terra brasileira;
  •  na relação da ecologia com a fé cristã;
  • questões ético-bio-químicas e ainda outros temas a serem levantados
É preciso que o anúncio da nossa fé inclua os que nós rejeitamos, abandonamos, esquecemos e enganamos.  Não permitamos mais que a serpente decida por nós. Assim, somente assim, nossa fé será mais forte porque feita a partir de referências que sempre excluímos; nossa fé será mais vibrante, porque trará novos contornos, novas fronteiras e novos confrontos a fé que vivemos; e mais solidária porque feita em comunhão com quem nunca ouvimos, aprendemos ou atentamos; e então anunciaremos ao mundo que a vida que Jesus nos prometeu é real e verdadeiramente abundante.
Que Deus nos ajude!
Precisaríamos pensar: 

01 dezembro 2009

Notícias dos Missionários Silas e Mirian - Missão Novas Tribos do Brasil

Itarrema , 24 de novembro de 2009.

Querida irmã Dalva,
Saudades!  Venho através desta manter a irmã informada sobre nosso trabalho  entre o povo Tremembé.
Depois de um tempo em Anápolis/Go, tratando de assuntos familiares, chegamos aqui dia 11 de outubro e a nossa chegada trouxe muita alegria  aos índios, pois estavam preocupados com a saúde do Silas.

Para nossa e vossa alegria aqueles que recebiam estudos da palavra de Deus  estão animados em continuar e isso é maravilhoso!

Irmã, continue orando por nós e por este povo, pois outro dia fomos a um enterro de um rapaz que vingou atentado contra o  Cacique dos Tremebés. A situação é preocupante, muito triste e dificil. Só a atuação do Senhor pode consolar os corações e mudar este quadro.

Sendo só para o momento me despeço com  Isaias 55:1 que diz "Ah! Todos vós que tende sede vinde as águas e vós que nao tendes dinheiro vinde e comprai e comei, sim vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite."

Nosso abraço a todos os irmãos da Igreja, Silas e Mirian Antônio

Quer se corresponder com os missionários? Anote:

Silas e Mirian Antônio
Av. Manoel Sales, 533
CEP.62590-000 Itarema -CE

A Religião e a Internet

Extraído do Jornal Em foco publicado pela Faculdade de Jornalismo Rio Branco

Reportagem de Autoria de Rômulo Ferreira - Outubro de 2009.

"A internet e os recursos tecnológicos estão à disposição de todos, inclusive da religião, que está usando este recurso, também para atrair e manter seguidores."




Que a internet é um fenômeno, ninguém mais discute. Estima-se que mais de 60 milhões de pessoas tenham acesso a rede mundial de computadores no Brasil. Ou seja, até as instituições religiosas, com o passar dos tempos começaram a utilizar a internet efetivamente. Para as igrejas tradicionais e pentecostais, os recursos disponibilizados pelas novas tecnologias são imprescindíveis como meios de propagação de suas doutrinas.

Nos sites evangélicos, encontram-se páginas estruturalmente modernas e comerciais, com enquetes, bate-papos e jogos baseados em personagens bíblicos, fazendo com que o internauta divirta-se num ambiente virtual e, ao mesmo tempo, seja doutrinado segundo princípios ali colocados.

No Brasil o site católico mais acessado é o Sistema Canção Nova, nele há chats para interação entre católicos, como também enquetes com perguntas, esclarecimentos e pesquisas referentes à fé.O Site é alimentado por jornalistas profissionais de comunicação incluindo padres e leigos, conhecedores de questões doutrinais e que geralmente prestam trabalhos pastorais para a Igreja. O fato é que a internet e os recursos tecnológicos estão à disposição de todos, inclusive da religião, que está usando este recurso, também para atrair e manter seguidores."

Se interessou pelo assunto e quer saber mais ? Então, visite os sites: