Publicado no Estandarte - out/2009
Quem semeia generosamente também colherá.
A mais de cinquenta anos o Lar Evangélico Alice de Oliveira, entidade mantida pela 1ª IPI de Campinas/SP atende Senhoras na 3ª Idade.
Certamente muitos já leram nestas páginas fatos sobre o Lar Alice. Pouco se divulgou, entretanto sobre suas internas, em média 20 e 30. Odette Barros Lopes é uma delas, mora há três anos no Lar. Confira seu relato colhido por Marcia Lima:
"Sempre fui temente a Deus e uma das formas de serví-lo foi ministrando aulas na Escola Dominical, o que fiz por mais de dez anos. Acredito ser uma pessoa muito apreciada e querida. Fui casada 44 anos com Manoel Ferreira Lopes. Não tivemos filhos mas eramos muito, muito felizes. Moramos em Mauá/SP e lá contávamos com muitos amigos. Viajamos muito, principalmente para Colônias de Férias. Conheci Manoel - meu cearence em Kaiuá, onde lecionei e ele tinha um comércio. Eu morava na pensão de D. Dulce e Sr.Martinho. Eles incentivaram e torceram muito pelo nosso namoro. Até "bilhetinhos" que eram enviados pelo Manoel eles me entregavam. Casamo-nos quando já não eramos tão jovens, mas durante nossa união fomos muito felizes.
A mais de cinquenta anos o Lar Evangélico Alice de Oliveira, entidade mantida pela 1ª IPI de Campinas/SP atende Senhoras na 3ª Idade.
Certamente muitos já leram nestas páginas fatos sobre o Lar Alice. Pouco se divulgou, entretanto sobre suas internas, em média 20 e 30. Odette Barros Lopes é uma delas, mora há três anos no Lar. Confira seu relato colhido por Marcia Lima:
"Sempre fui temente a Deus e uma das formas de serví-lo foi ministrando aulas na Escola Dominical, o que fiz por mais de dez anos. Acredito ser uma pessoa muito apreciada e querida. Fui casada 44 anos com Manoel Ferreira Lopes. Não tivemos filhos mas eramos muito, muito felizes. Moramos em Mauá/SP e lá contávamos com muitos amigos. Viajamos muito, principalmente para Colônias de Férias. Conheci Manoel - meu cearence em Kaiuá, onde lecionei e ele tinha um comércio. Eu morava na pensão de D. Dulce e Sr.Martinho. Eles incentivaram e torceram muito pelo nosso namoro. Até "bilhetinhos" que eram enviados pelo Manoel eles me entregavam. Casamo-nos quando já não eramos tão jovens, mas durante nossa união fomos muito felizes.
Conheci o Lar Alice há mais de vinte anos. Foi quando meu marido ainda era vivo e moravamos em Mauá e por convite de minha cunhada Terezinha e meu irmão Décio, que vieram visitar uma prima Dulce Amaral, meio sem vontade vim para visitar minha prima no Lar e tive uma boa impressão daqui. Neste dia, após a visita, conversando com meu Jesus, ouvi: Se você for a última, venha morar no lar !". Acreditei no meu Senhor e, após quinze dias do falecimento de Manoel meu marido, aqui estava eu no Lar Alice, o meu Lar! Estou feliz aqui. Fiz amigas e tenho a atenção das pessoas que aqui trabalham. Não tenho duvidas de que aqui é o meu Lar. Mais uma vez o Senhor me mostrou o caminho. Uma vez, não me lembro se ouvi ou li a seguinte frase: Quem semeia generosamente também colherá.
Tenho certeza, estou colhendo, aqui é meu lar e o meu paraiso!"
Se você leu essa história quer conhecer este lar tão especial, venha nos visitar, garanto que será muito bem recebido.
Visite o site e tenha mais informações: http://www.laralice.com.br/
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